domingo, 27 de março de 2011

Moicano Pictures.: 5 MELHORES FOTOS DO ANO ( c/ 1 bonus )

Moicano Pictures.: 5 MELHORES FOTOS DO ANO ( c/ 1 bonus )

ESPN.com.br / Futebol Nacional - Informação é o nosso esporte - Maiores vítimas, Fábio se diz 'triste', e Marcos reverencia Rogério

ESPN.com.br / Futebol Nacional - Informação é o nosso esporte - Maiores vítimas, Fábio se diz 'triste', e Marcos reverencia Rogério: "Maiores vítimas, Fábio se diz 'triste', e Marcos reverencia Rogério


Nos últimos 14 anos, além de defender a meta tricolor, Rogério Ceni frequentou as redes adversárias. No caminho para o 100º gol, cifra histórica alcançada na vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians na tarde deste domingo, o goleiro se acostumou a vitimar o cruzeirense Fábio e o rival Palmeiras.

Da centena de gols anotados pelo são-paulino, Fábio sofreu seis. 'Fico feliz pelo Rogério Ceni conseguir atingir essa marca, mas triste por saber que sou o goleiro que mais sofreu gols dele. Acredito que seja coincidência levar esses gols dele, se não fosse eu seria outro companheiro de posição', afirmou.

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Então goleiro do Vasco, Fábio tomou seu primeiro gol de Ceni em cobrança de falta na vitória do São Paulo por 3 a 1, pelo Campeonato Brasileiro de 2003. Já no Cruzeiro, ele sofreu um novo gol de pênalti no Nacional de 2005, no empate por 1 a 1 entre os dois clubes.

Em 2006, Fábio tomou três gols em apenas dois confrontos com o São Paulo, um deles histórico. No empate por 2 a 2 pelo Brasileiro, Ceni marcou um de falta e um de pênalti, ultrapassando o paraguaio Chilavert como maior goleiro artilheiro da história. No returno do Nacional, ele anotou novamente, de falta, no triunfo tricolor por 2 a 0.

Fábio conseguiu passar cerca de quatro anos sem sofrer gols de Ceni, mas voltou a ser vazado pelo colega de posição no Campeonato Brasileiro de 2010. Em um pênalti irregular marcado pelo árbitro pernambucano Nelson Nogueira Dias, o são-paulino marcou no triunfo por 2 a 0 diante dos mineiros, de pênalti.

'O Rogério tem uma qualidade muito grande na bola parada e normalmente quando cobra alguma falta leva perigo. Sempre que o Cruzeiro joga com times que tem bons cobradores de falta, peço aos jogadores para evitar as faltas perto da área', explicou Fábio.

Já o Palmeiras sofreu sete gols de Rogério Ceni. Sérgio e Diego Cavalieri também foram vitimados pelo goleiro são-paulino, mas o mais vazado é o veterano Marcos. Com quatro gols sofridos, ele reverencia seu segundo reserva na Copa do Mundo de 2002.

'É uma marca impressionante (100 gols). O Rogério merece, porque é um dos melhores batedores de falta que eu já vi e treinou muito para isso. Ah, e é bom que ele se lembre que eu tenho participação neste feito aí. Se não fossem os gols que sofri, ele não estaria comemorando', brincou o palestrino.

Marcos foi vazado por Ceni pela primeira vez no empate por 4 a 4 entre Palmeiras e São Paulo, pelo Campeonato Paulista de 1999, em uma cobrança de pênalti. Em 2002, pelo Rio-São Paulo, o arqueiro tricolor marcou seu único gol de falta diante do rival em novo empate por 2 a 2.

Nas oitavas de final da Copa Libertadores de 2005, Ceni converteu um pênalti no triunfo por 2 a 0 do São Paulo. O último gol do ídolo tricolor sobre o palmeirense veio no Campeonato Brasileiro de 2008, no empate por 2 a 2 em pleno Palestra Itália, novamente de pênalti.

Rogerio Ceni marca 100º gol




Domingo, 27/03/2011 - 16h00 Arena Barueri - Barueri, SP
2 ° São Paulo 2 x 1 Corinthians 3 °
Gols: Dagoberto , Rogério Ceni Gols: Dentinho

  • Dagoberto recebe, corta para o meio, e arrisca o chute. Julio César faz a...
  • Uhhh! Dagoberto solta uma bomba de longe, e a bola desvia em Fábio Santos...

Ceni marca 100º gol, e São Paulo encerra tabu: 2 a 1 sobre o Timão

Na Arena Barueri, Tricolor Paulista derruba jejum de quatro anos sem vitórias sobre o Corinthians em tarde histórica para Rogério Ceni


Domingo, 27 de março de 2011. Arena Barueri, 17h09m. Data, local e horário que jamais serão esquecidos pela torcida do São Paulo. A falta, cobrada com maestria, na entrada da área, pelo lado esquerdo, entrou no ângulo direito da meta de Julio Cesar, que voou apenas para aparecer na imagem. Nesse exato momento, Rogério Ceni escreveu mais um capítulo de sucesso na sua incrível carreira. Após 20 anos, 965 partidas disputadas e 15 títulos conquistados, o camisa 1 do time do Morumbi chegou ao seu centésimo gol. E, para tornar esse feito ainda mais especial, foi também o dia em que o São Paulo venceu o Corinthians por 2 a 1 e quebrou um incômodo jejum de quatro anos sem vitória sobre o rival.

Além da quebra da invencibilidade, o resultado pôs o Tricolor na vice-liderança do Campeonato Paulista, com 34 pontos, um a menos que o Palmeiras, que no sábado fez a lição de casa ao bater o Bragantino. O Timão tem a mesma pontuação da equipe do Morumbi, mas caiu para a terceira colocação por ter uma vitória a menos. Pelo estadual, os dois times voltarão a jogar no final de semana. No domingo, o São Paulo receberá o Mirassol no Morumbi. No mesmo dia, a equipe de Parque São Jorge irá a Ribeirão Preto para enfrentar o Botafogo.
Que pontaria, Dagoberto!
Toda a rivalidade que cerca são-paulinos e corintianos nos últimos anos foi demonstrada no primeiro tempo do clássico. O bom futebol deu lugar ao nervosismo, a um excessivo número de passes errados e a algumas faltas mais violentas. Faltou futebol. O Timão foi discretamente melhor no controle do jogo, mas Dagoberto, artilheiro da equipe em 2011, deu a vantagem ao Tricolor com um chute certeiro nos minutos finais.
Paulo César Carpegiani surpreendeu ao sacar Marlos para a entrada de Rodrigo Souto. O São Paulo ganhou um homem a mais na marcação, porém, perdeu força ofensiva. O Corinthians agradeceu. Até os dez minutos, só o Timão jogou, sobretudo pelo lado direito, com Alessandro e Dentinho. A única chance, contudo, não foi aproveitada por Morais, que carimbou a zaga na área depois de falha de Miranda.
Rogério Ceni 100 gols  (Foto: Wander Roberto / VIPCOMM)Rogério celebra marca histórica na carreira: são 100 gols do goleiro-artilheiro (Wander Roberto / VIPCOMM)
Aos poucos, o São Paulo conseguiu equilibrar a partida e cresceu. Junior Cesar e Carlinhos Paraíba eram as principais opções pela esquerda. Com Rivaldo no banco, o time sentiu falta de um meio de campo mais criativo. Ilsinho, aberto pelo lado direito, pouco fez para abrir espaços. O time só chegou ao gol de Julio Cesar em chutes de fora da área de Jean, Dagoberto e Fernandinho, todos sem muita direção.
Quando a pontaria melhorou, o São Paulo abriu o placar, aos 39 minutos. Dagoberto recebeu a bola pelo lado esquerdo do ataque, já próximo à área, e soltou a bomba. Julio Cesar voou, mas não conseguiu evitar que ela entrasse no canto esquerdo. Explosão tricolor nas arquibancadas da Arena Barueri, O Corinthians ainda quase empatou na etapa inicial, aos 46, com Dentinho cabeceando para fora um cruzamento de Fábio Santos.
Ceni é 100!

Rogério Ceni contra o Corinthians (foto: Vipcomm)
O Corinthians voltou para o segundo tempo tentando pressionar o São Paulo novamente. O empate quase veio aos dois minutos. Após cruzamento da esquerda, Jorge Henrique dividiu com Alex Silva, e Rogério Ceni fez linda defesa, espalmando para escanteio.
Mas o clássico ainda reservava um momento especial. Mais que isso, histórico para os são-paulinos. Fernandinho foi derrubado perto da área por Ralf. No mesmo instante em que o árbitro assinalou falta, a torcida tricolor já celebrava como um gol. Aos oito minutos, Rogério Ceni, ídolo maior do clube, ajeitou a bola e cobrou com perfeição, no ângulo direito, impossível de Julio Cesar pegar. Foi o centésimo gol dele na carreira, justamente como a torcida queria: diante do maior rival nos últimos anos.
Na comemoração, Ceni tirou o uniforme e correu até a linha de fundo. Todos os jogadores acompanharam e abraçaram o capitão. Enquanto isso, uma bateria de fogos foi disparada por quase dez minutos. No placar eletrônico, mais homenagens ao maior goleiro-artilheiro da história do futebol mundial.
A Arena Barueri se transformou numa festa completa para os são-paulinos. O Corinthians foi para cima. A reação ficou mais complicada quando Alessandro cometeu falta violenta sobre Dagoberto e foi expulso. Mesmo assim, os alvinegros descontaram, aos 22, com Dentinho chutando rasteiro no canto direito de Ceni.

Para ajudar o Timão a ganhar mais confiança, Dagoberto fez falta no ataque e recebeu o cartão vermelho. Entretanto, aos 28, Dentinho tratou de “ajudar” o rival. Ele deu um pisão em Rodrigo Souto e também disse adeus ao duelo. Na saída de campo, o jogador provocou torcedores do São Paulo, que arremessaram garrafas, calçados e até uma bomba para o gramado.
Com um a menos novamente, o Corinthians se lançou ao ataque e abriu espaços na defesa. Marlos desperdiçou diversos contra-ataques que poderiam fechar o jogo. Nos minutos finais, o Timão foi todo pressão. Liedson teve uma chance, mas parou em ótima defesa de Rogério Ceni. O domingo era dele. A festa tricolor estava apenas começando!

SÃO PAULO 2X1 CORINTHIANS
Rogério Ceni; Rhodolfo, Alex Silva e Miranda; Ilsinho (Marlos), Jean, Carlinhos Paraíba, Rodrigo Souto (Casemiro) e Junior Cesar; Dagoberto e Fernandinho (Rivaldo). Julio César; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos (Danilo); Ralf, Paulinho, Morais (Ramirez) e Jorge Henrique (Willian); Dentinho e Liedson.
Técnico: Paulo César Carpegiani. Técnico: Tite
Cartões amarelos: Dagoberto, Rhodolfo, Junior César, Ilsinho e Rogério Ceni (São Paulo). Jorge Henrique (Corinthians). Cartão vermelho: Alessandro e Dentinho (Corinthians) e Dagoberto (São Paulo).
Gols: Dagoberto, aos 39 minutos do primeiro tempo. Rogério Ceni, aos 8, e Dentinho, aos 22 minutos do segundo tempo.
Estádio: Arena Barueri. Data: 27/03/2011. Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima. Auxiliares: Celso Barbosa de Oliveira e Carlos Alberto Funari..

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Goleiro, artilheiro, presidente: Rogerio Ceni

Goleiro, artilheiro, presidente: Ceni faz tudo para ver o São Paulo brilhar

Além de capitão e principal jogador da equipe dentro de campo, camisa 1 atua muitas vezes nos bastidores para definir a contratação de reforços


Dentro de campo, Rogério Ceni já marcou seu nome na história do São Paulo. Capitão da equipe desde 1997, ele alcançou uma carreira repleta de glórias e recordes. É o jogador com maior número de partidas disputadas pelo clube (958), com mais títulos conquistados (15) e maior goleiro artilheiro do mundo, com 98 tentos anotados. Mas o papel do camisa 1 vai muito além das quatro linhas.

Ceni com folhagens ao fundo (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Rogério Ceni e São Paulo têm tudo para continuarem suas trajetórias de sucesso quando o goleiro-artilheiro
penduras as chuteiras, o que acontecerá em dezembro de 2012 (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Nas preleções, ele é o que mais fala. Usa discursos motivacionais, busca inflamar os companheiros. Com a comissão técnica, discute sobre esquemas táticos, opina sobre qual a melhor escalação. Com os dirigentes, indica reforços e até inicia algumas conversas. Não foram poucos os casos em que o goleiro-artilheiro foi o responsável pela chegada de alguns companheiros. O mais recente foi o pentacampeão Rivaldo, que fechou com o clube do Morumbi em parte graças a um papo com Ceni no vestiário do estádio em Mogi Mirim, logo após a partida entre as duas equipes pelo Campeonato Paulista.

Um episódio que merece ser lembrado foi a contratação do atacante Washington, que defendeu o clube de janeiro de 2009 até a metade do ano de 2010.

- Sentamos lado a lado na premiação da Bola de Prata, logo após o término do Campeonato Brasileiro de 2008. O Rogério puxou papo e perguntou detalhes do meu contrato, quando acabava meu vínculo com o Fluminense, falou que o São Paulo estava muito interessado, disse como as coisas funcionavam no clube. À noite, na festa da CBF, voltamos a conversar sobre o assunto. Eu me lembro que tinha ótima proposta do Grêmio, mas a conversa com ele me deixou balançado - lembrou o Coração Valente, que defendeu o Tricolor por uma temporada e meia e recentemente se aposentou.

Rogério Ceni e Washington (Foto: Wander Roberto / VIPCOMM)Goleiro teve papel fundamental na contratação do atacante Washington (Foto: Wander Roberto / VIPCOMM)

Washington disse que o goleiro, após parar, tem tudo para ser um dirigente de sucesso.

- Eu não tenho a menor dúvida de que o Rogério será presidente do São Paulo um dia. Ele tem um papel importante demais. Quando sofreu aquela grave fratura em 2009, sentimos demais sua ausência, embora o Denis e o Bosco tenham muita qualidade. Ele tem essa característica, tudo o que ele construiu na carreira é por causa desse perfil vencedor - ressaltou.

Outro que veio para o Tricolor por indicação de Ceni foi o meia Souza, hoje no Fluminense. Ele chegou em 2003, logo após enfrentar o Tricolor pela semifinal do Campeonato Paulista com a camisa da Portuguesa santista.

- Ele é o presidente. Um cara bom demais, sujeito da melhor qualidade. Só tenho coisas boas para falar do Rogério, me ajudou demais na carreira. Se não fosse por ele, não teria chegado ao São Paulo - relembrou.

Rivaldo Rogério Ceni  (Foto: VIPCOMM)Goleiro foi quem iniciou contato com Rivaldo para que o pentacampeão fosse contratado (Foto: VIPCOMM)

Responsável direto pelas contratações, o auxiliar Milton Cruz reconhece a importância do camisa 1 quando o assunto é reforços.

- Constantemente trocamos ideias sobre tudo o que pode ajudar a equipe. O Rogério tem muito conhecimento, é uma cara que já imagina como determinado jogador pode se encaixar na equipe. Ele nos ajuda bastante, sempre com muito respeito e sem passar por cima de ninguém - ressaltou o auxiliar.

Apesar dos muitos elogios, Rogério diz que só age pelo bem do São Paulo.

Tenho menos influência do que as pessoas pensam. Só quero ver o São Paulo bem"
Rogério Ceni

- Se eu vejo algum jogador que tem futuro, eu falo. Estou aqui para ajudar. O caso do Rivaldo foi assim. Precisávamos de uma camisa 10. Eu me lembrei da Copa de 2002, o Rivaldo treinava demais, era um cara sério. Quando o vi no vestiário de Mogi Mirim, magrinho (risos), perguntei se era o último ano dele. Desse papo surgiu o acordo - disse.

Ceni também lembrou um caso de que uma indicação sua não resultou em contratação.

- Em 2010, enfrentamos a Ponte Preta em Campinas, ganhamos por 2 a 1 e eu fiquei encantado com o Tinga. Quando acabou o jogo, fiz questão de conversar com ele e dar parabéns porque jogou muito mesmo. Mas não deu certo, e ele foi para o Palmeiras. Mas eu tenho muito menos influência do que as pessoas pensam. Só quero ver o São Paulo bem.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Aos 38 anos, Rivaldo paulista pelo são paulo

Atualizado em 03/02/2011 16h47
Aos 38 anos, Rivaldo completa trajetória no trio de ferro paulista
Revelado no Mogi, ele começou a trilhar seu sucesso no Corinthians, brilhou no Palmeiras e agora, perto da aposentadoria, vai jogar pelo Tricolor

montagem Rivaldo apresentado no Corinthians Palmeiras São Paulo (Foto: Editoria de Arte / GLOBOESPORTE.COM)

Assim que tocar na bola nesta quinta-feira, na partida contra o Linense, pela sexta rodada do Campeonato Paulista, Rivaldo completará um ciclo para poucos dentro do futebol paulista. Afinal de contas, terá vestido a camisa de Corinthians, Palmeiras e São Paulo, que formam o trio de ferro da cidade. O jogador, no entanto, não quer ser lembrado pelo que fez no passado. A partir de agora, vale apenas o que mostrar com a camisa 10 do time do Morumbi.

- A história conta muito para o respeito da torcida e da imprensa. Mas eu não vivo de passado, o que fiz já foi. Tenho que fazer algo pelo São Paulo pra conseguir títulos e grandes jogos. Outros jogadores com mais idade estão fazendo a diferença nos seus clubes, e eu quero fazer também. Tenho personalidade, sei que é um desafio grande e nem todos têm essa coragem. Mas, como me cuido e tenho muita confiança no meu futebol, sei que vou fazer muito pelo São Paulo - ressaltou.

A lista de atletas que jogaram pelos três maiores clubes da cidade tem nomes importantes, como Muller, que conquistou títulos no Palmeiras e no São Paulo, além de Luizão e Elivélton, que foram campeões nos três clubes. No passado, destaque para Claudio Pinho, atacante que fez história com a camisa do Corinthians (é o maior artilheiro do clube de Parque São Jorge, com 306 gols marcados em 554 partidas), mas que atuou pouco pelos rivais.

O curioso nessas três passagens de Rivaldo é que cada uma representou um momento bem definido da carreira do hoje consagrado pentacampeão mundial.

- A passagem pelo Corinthians foi muito importante porque eu era uma revelação e estava buscando o meu espaço. Tudo foi muito difícil, eu saí do Mogi Mirim e cheguei ao Corinthians, com toda a sua torcida. Fiquei um ano e consegui mostrar o meu futebol - comemorou o jogador. (assista ao lado a lances da vitória do Corinthians sobre o Flamengo, em 1993, com gol de Rivaldo).

Ao final do seu contrato com o time do Parque São Jorge, não houve acordo financeiro para que o jogador continuasse. Veio então o Palmeiras, que, com a ajuda financeira da Parmalat, contratou o jogador e o levou para um time que se transformou numa máquina de conquistar títulos. Foi campeão brasileiro de 1994, com direito a gol na grande decisão contra o Corinthians (veja no vídeo abaixo), e campeão paulista de 1996, na equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo, que marcou mais de cem gols na competição.

- O início no Palmeiras não foi nada fácil. A torcida tinha muita desconfiança por eu ter vindo do Corinthians. A pressão foi forte, mas consegui me sair muito bem - lembrou.

Na sequência, foi negociado com o La Coruña-ESP. De lá, ainda defendeu Barcelona, Cruzeiro, Olympiakos-GRE, AEK-GRE e Bunyodkor-UZB, antes de decidir retornar para o Brasil. E agora, qual o sentimento para estrear com a camisa do São Paulo?

- Agora, não tenho dúvida de que tudo será mais fácil. Já tive muitas estreias na carreira. Certamente, o que vai ajudar é a estrutura que o São Paulo tem e a qualidade dos meus companheiros. Espero que eu possa ter aqui o mesmo sucesso que tive nos outros clubes - concluiu o jogador, animado.

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