terça-feira, 13 de julho de 2010

Atividade cerebral dispara logo antes da morte - Superinteressante


Estudo revela que o córtex cerebral acelera logo antes do óbito. E isso pode explicar as experiências extracorpóreas

por Bruno Garattoni

Entrar num túnel de luzes. A sensação de sair do próprio corpo. Encontrar parentes e amigos já falecidos. Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar. Mas um estudo impressionante, que pela primeira vez revelou o que acontece no cérebro durante a morte, parece ter começado a desvendar o mistério.

Usando um aparelho de eletroencefalograma, um grupo de médicos monitorou a atividade cerebral de 7 pessoas enquanto elas morriam. Todas eram pacientes terminais, entre 34 e 74 anos, que sofriam de cirrose, falência múltipla dos órgãos, septicemia, insuficiência cardíaca ou câncer. Os doentes estavam sob efeito de sedativos e só sobreviviam com a ajuda de aparelhos - que, a pedido de suas famílias, foram desligados.

A atividade cerebral dos pacientes ia ficando cada vez menor. Mas, nos últimos momentos antes da morte, o córtex cerebral (área responsável pela consciência) simplesmente disparava, e permanecia 30 a 180 segundos num nível muito mais alto, antes de cessar de vez. Isso acontece porque, quando os neurônios ficam sem oxigênio, perdem a capacidade de reter energia e começam a disparar em sequência - num efeito dominó que poderia provocar alucinações. "Isso pode explicar as experiências extracorpóreas relatadas por pacientes que quase morreram", afirma o estudo, assinado por 4 médicos da Universidade George Washington.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

ACONTECEU O OBVIO, BRASIL PERDE PARA A HOLANDA!

 Torci muito contra o Brasil e até que em fim caiu fora da copa, para o bem do futebol brasileiro!
vi um comentário agora pouco da band com Fernando Fernandes protegendo a seleção brasileira dizendo que o povo brasileiro estava do lado deles , não é verdade . Essa seleção é ridícula tinha que perder logo sim ,para o bem do futebol ,quem sabe agora o presidente da federação brasileira acorda e coloca um técnico competente que convoque o que o Brasil tem de melhor que são craques e jogadores habilidosos ,vi também Luciano do vale dizendo que essa seleção é boa , não é possível um cara que viu a seleção brasileira de 82 (cito a de 82 pois lembro dele narrando o jogos do Brasil na época) aceitar uma seleção tão ruim quanto ou igual a de lazaroni , tem mais o dunga tem que ser criticado sim independente de seu pai estar doente ou não( e tomara que melhore de saúde) ,de ter problemas particulares ou não pois ele provou que é incompetente ( isso não quer dizer que seja uma pessoa sem carater e personalidade pois estou avaliando como técnico da seleção ) e entendam de uma vez por todas que o Brasil tem que ter os melhores na seleção brasileira e jogar no ataque como sempre fez!


Julio Cesar derrota Brasil jogo Holanda
Em toda a sua preparação e durante a Copa do Mundo na África do Sul, a seleção brasileira se esforçou em adotar uma filosofia diferente da utilizada em 2006. Por ironia, o resultado foi o mesmo: derrota para uma seleção europeia e eliminação nas quartas de final. No lugar da França, o algoz foi a Holanda. E Sneijder tomou de Henry o posto de carrasco, participando do lance do primeiro gol e marcando o segundo na vitória por 2 a 1, de virada, nesta sexta-feira.

Foi ele o eleito o melhor em campo no estádio Nelson Mandela Bay, em votação popular no site da Fifa. Pelo primeiro tempo, ficou a impressão de que dificilmente o escolhido deixaria de ser um brasileiro. A seleção dominou a Holanda, marcou seu gol (com Robinho) logo no início, criou lances bonitos e foi pouco ameaçada. A partida após o intervalo, no entanto, foi outra. O Brasil falhou na defesa, seu setor mais elogiado, esteve acuado, quase não chegou ao ataque e demonstrou instabilidade emocional. E viu mais um jogador seu ser expulso na competição, depois que Felipe Melo deu um pisão em Robben.

A eliminação em Porto Elizabeth representa um duro golpe na era Dunga como técnico. A seleção vinha acumulando bons resultado - como os títulos da Copa América e da Copa das Confederações, a primeira colocação nas eliminatórias e vitórias expressivas sobre adversários de peso - mas fracassou em sua principal missão, a conquista do hexacampeonato. Os brasileiros, que receberão a Copa de 2014, voltam para casa com uma campanha de três vitórias, um empate e uma derrota.

A Holanda, que acumulou sua quinto triunfo consecutivo na Copa e agora soma 24 partidas de invencibilidade, enfrentará Gana ou Uruguai na semifinal, em partida na próxima terça-feira, às 15h30m (de Brasília), na Cidade do Cabo. E se vinga das eliminações nas edições de 1994 e 1998, as duas últimas vezes em que havia cruzado com o Brasil em Mundiais.

Brasil faz gol, marca duro e joga bonito

Conhecidas pelo estilo bonito de jogar, as seleções de Brasil e Holanda deixaram o futebol de lado nos primeiros minutos. Luis Fabiano e Van Bommel se estranharam e foram repreendidos pelo árbitro. O holandês pareceu não se intimidar, já que em seguida discutiu com Robinho. Passado esse início nervoso, no entanto, os brasileiros perceberam que teriam espaço para jogar.
Robinho comemoração Brasil jogo HolandaRobinho comemora o gol após receber passe primoroso de Felipe Melo, aos dez minutos (Foto: Reuters)

A primeira pista veio com passe de Maicon, que encontrou Daniel Alves livre, mas impedido, ainda que por pouco. Já Robinho se posicionou melhor e correu sozinho no meio da zaga laranja. Recebeu passe primoroso de Felipe Melo e chutou com estilo, sem dominar a bola, superando o goleiro. Com 1 a 0 no placar logo aos dez minutos, o Brasil pôde se planejar para atuar do jeito que mais gosta: marcando duro no campo defensivo e procurando os contra-ataques.

No entanto, o estilo da Holanda, de não ir ao ataque desesperadamente, fez com que os contragolpes não viessem. Ainda assim, o Brasil produziu belas jogadas. Numa delas, Daniel Alves deu dois cortes pela ponta e cruzou para Juan chutar por cima do gol. Na mais bonita, Robinho deixou para trás dois marcadores, Luis Fabiano deu passe de letra, e Kaká chutou bem ao seu estilo, com efeito, obrigando Stekelenburg a fazer excelente defesa.

Com uma muralha à sua frente, Julio Cesar pouco trabalhou no primeiro tempo: fez duas defesas seguras em chutes de Kuyt e Sneijder. E só. O craque Robben insistiu na sua jogada preferida, de carregar a bola pela direita e cortar para a esquerda, mas foi sempre bloqueado antes do chute. A Holanda tentou invadir o terreno brasileiro recorrendo até à malandragem. Em cobrança de escanteio, Robben deu um leve toque na bola e correu para a área. Mas Daniel Alves, atento, chegou antes de qualquer adversário.

Após 19 faltas, o primeiro tempo terminou com mais uma boa jogada da seleção, em que Kaká - até então mais participativo do que em outros jogos - inverteu um lance da esquerda para a direita. Maicon chutou para defesa do goleiro.

Brasil leva gols, falha na marcação e se descontrola

Tão segura nos 45 minutos iniciais, a equipe começou vacilante na segunda etapa. Um lance displicente no primeiro minuto fez com que Felipe Melo levasse uma bronca de Lúcio. Sete minutos depois, o Brasil sofreu o empate num lance que, até esta sexta-feira, era incomum na Copa: falha da zaga, e ainda por cima numa bola aérea. Julio Cesar e Felipe Melo se chocaram, e a bola cruzada por Sneijder desviou de leve no volante antes de entrar. Foi o primeiro gol contra do Brasil na história dos Mundiais.

A igualdade no placar desestabilizou o Brasil, que ficou acuado em seu campo e viu suas tentativas de ataque esbarrar em erros de passe. Só conseguiu concluir uma jogada aos 20 minutos, quando Kaká bateu colocado, mas sem muito perigo. A Holanda, que mostrou suas fragilidades no primeiro tempo, passou a explorar as do Brasil, recorrendo ao lado direito do ataque e fazendo Michel Bastos sofrer para marcar Robben. Preocupado com o seu lateral, que já havia recebido cartão amarelo, Dunga trocou-o por Gilberto aos 16 minutos.
Julio Cesar derrota Brasil jogo HolandaCabisbaixo, Julio Cesar deixa o campo após a derrota do Brasil no Nelson Mandela Bay (Foto: Reuters)

Seis minutos depois, a Holanda conseguiu a virada. E em outra falha da defesa. Uma cobrança de escanteio encontrou Kuyt, que, posicionado na primeira trave, desviou a bola para trás, e Sneijder cabeceou para a rede. Mais seis minutos, e a situação piorou. Felipe Melo fez falta e em seguida deu um pisão em Robben, recebendo cartão vermelho direto.

Dunga ainda substituiu Luis Fabiano por Nilmar, mas a troca de um atacante por outro pouco ajudou a seleção, que só conseguiu levar algum perigo aos holandeses em duas cobranças seguidas de escanteio. Aos 44 minutos, veio a tentativa derradeira. Daniel Alves teve uma cobrança de falta, mas a bola explodiu na barreira. Era o fim do sonho do hexacampeonato.


Ficha técnica:
HOLANDA 2 X 1 BRASIL Stekelenburg, Van der Wiel, Heitinga, Ooijer e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Jong, Sneijder e Kuyt; Van Persie (Huntelaar) e Robben. Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto SIlva, Felipe Melo, Daniel Alves e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Nilmar).
Técnico: Bert van Marwijk. Técnico: Dunga.
Gols: Robinho, aos dez minutos do primeiro tempo; Felipe Melo (contra), aos oito, e Sneijder, aos 22 minutos do segundo tempo.
Cartão amarelo: Heitinga, Van der Wiel, De Jong, Ooijer (Holanda); Michel Bastos (Brasil). Cartão vermelho: Felipe Melo (Brasil).
Estádio: Nelson Mandela Bay (em Porto Elizabeth). Data: 02/07/2010. Árbitro: Yuichi Nishimura (JAP). Assistentes: Toru Sagara (JAP) e Jeong Hae-Sang (COR).

terça-feira, 29 de junho de 2010

Nem goleando consegue empolgar


luis fabiano gol brasil x chile

O Brasil ganhou de 3 a 0, fácil, nem precisou forçar. Mas, convenhamos: o jogo foi morninho, morninho. O Chile, diferente dos jogos anteriores, pouco fez. E o Brasil marcou os gols quando quis e, depois, administrou. Será que essa fragilidade do Chile foi resultante da eficiência da marcação e do esquema tático brasileiro? Difícil dizer.

Contra a Holanda a Seleção irá enfrentar, finalmente, um adversário qualificado --uma vez que Portugal e Chile parece que sentiram o fato de encarar o time pentacampeão. Se vencer na sexta-feira, aí sim dá para dizer que dá para pensar no título. Até agora, não empolgou.

Se beber, não jogue

O gol de Luís Fabiano, aos 37 minutos, foi providencial para o time e para ele. Minutos antes ele tentou dar um toque de calcanhar e foi ridículo -- parecia que havia consumido sem moderação o produto do qual é garoto-propaganda. Como deixou seu gol logo em seguida, a cena pastelão foi apagada da memória de todos e ele voltou a ser o Fabuloso.

Pegou mal

Que a seleção brasileira joga 'pensa' pela direita, todo mundo sabe. O motivo é simples: Maicon, lateral-direito, é muito mais jogador do que Michel Bastos, lateral-esquerdo. Sabe-se também que Michel Bastos anda insatisfeito com a situação e considera-se isolado pelo grupo. Mas a maneira como escolheu -- se é que a iniciativa foi dele --de demonstrar isso não foi das melhores.

Na entrevista de Gilberto Silva, no domingo, o volante foi indagado por uma jornalista credenciada por um jornal francês do porquê do time não passar a bola para o Michel. Enquanto Gilberto explicava-se, de maneira polida, que não era exatamente isso, veio a informação: a jornalista em questão é Marta Fischer, assessora de imprensa do próprio Michel Bastos.

Ou seja: uma assessora se credencia como repórter e participa de coletiva com pergunta que favorece seu cliente. Está tudo errado -- e pode ter consequências no clima da família Dunga.

domingo, 27 de junho de 2010

Forlán admite que gostaria de jogar pelo São Paulo


Estrela do Uruguai, Forlán admite que gostaria de jogar pelo São Paulo
Atacante da Celeste é filho de ídolo do Tricolor Paulista, Pablo Forlán



Diego Forlan comemoração Uruguai
Por Marcos Felipe Direto de Porto Elizabeth, África do Sul
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Diego Forlan comemoração Uruguai Forlán revela amor tricolor (Foto: Getty Images)

Em meio à festa pela classificação do Uruguai às quartas de final da Copa de 2010, o atacante Diego Forlán falou mais uma vez sobre a possibilidade de um dia defender o São Paulo. O jogador da Celeste, que passou em branco na vitória de 2 a 1 sobre a Coreia do Sul, é filho de Pablo Forlán, ex-jogador do São Paulo na década de 1970.

- Não escondo isso. É uma equipe pela qual torço e na qual gostaria de jogar um dia – disse o atacante, de 31 anos, que atualmente defende o Atlético de Madri.

O triunfo sobre os sul-coreanos, neste sábado, em Porto Elizabeth, colocou o Uruguai pela primeira vez nas quartas de final após 40 anos.

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

São Paulo critica Teixeira e diz que não havia como tocar projeto caro

18h28 - Atualizado em 17/06/2010 19h06
São Paulo critica Teixeira e diz que não havia como tocar projeto caro
Clube lamentou que o Comitê Organizador da Copa do Mundo, chefiado pelo presidente da CBF, sequer respondeu ao projeto enviado na segunda

Por GLOBOESPORTE.COM São Paulo



A diretoria do São Paulo soltou uma nova nota oficial através do seu site na tarde desta quinta-feira para, mais uma vez, comentar a exclusão do estádio do Morumbi da Copa do Mundo de 2014. No documento assinado pelo presidente Juvenal Juvêncio, o clube questiona o presidente do Comitê Organizador da Copa de 2014 e presidente da CBF, Ricardo Teixeira, por não ter sequer analisado o novo projeto enviado pelo Tricolor na última segunda-feira. O clube também noticia que foi só o estádio do Morumbi ter sido excluído da competição para que a cidade de São Paulo fosse confirmada como palco da abertura do Mundial brasileiro.



'A significativa repercussão do anúncio feito pela FIFA/LOC sobre a participação do Estádio do Morumbi na Copa do Mundo de 2014 obriga o São Paulo a voltar a se manifestar acerca do tema.

O São Paulo tem acompanhado com serenidade e satisfação as inúmeras manifestações que refletem a indignação da opinião pública, manifestada nas matérias de imprensa, comentários, blogs, cartas de leitores e e-mails divulgados pela Imprensa diante da decisão inusitada e arbitrária anunciada na data de ontem.

Realmente, restou frustrada a tentativa de relegar o assunto às 'sombras' da Copa do Mundo de 2010. Felizmente, foi-se o tempo em que a Copa do Mundo desviava a atenção da opinião púbica e proporcionava terreno fértil para a realização de 'tenebrosas transações'.

Noticiam os jornais que, ainda ontem, o Presidente da CBF e do LOC resolveu, enfim, confirmar a realização do Jogo Inaugural em São Paulo. Até então, o LOC afirmara e reiterara que essa decisão somente se daria ao final de 2010 ou no começo de 2011.

Nesse quadro, quatro cidades importantes do Brasil - São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte - restavam compromissadas com a execução de projetos de construção e reforma das suas arenas com os caríssimos parâmetros exigidos para a Abertura, sob a expectativa de que apenas uma delas iria realmente realizar o Jogo Inaugural. Exatamente como aconteceu com a Cidade do Cabo na África do Sul.

Foi contra esse estado de coisas que o São Paulo ousou se insurgir. E o fez em nome da sua História, pelo respeito pelo seu Patrimônio Social e pela responsabilidade em representar com seriedade a candidatura de uma cidade com a grandeza de São Paulo.

Ao enviar o Projeto imposto pela FIFA/LOC para realizar a Abertura, recebeu como resposta que estava qualificado para a semifinal. Ao orçar tal Projeto, constatou que o preço da empreitada ficaria em R$ 630 milhões, valores absolutamente não recomendáveis para serem assumidos por um clube de futebol nesse cenário de absoluta insegurança sobre o seu papel na competição.

Diante disso, tomou a iniciativa de contratar a elaboração de um novo Projeto, totalmente aderente às exigências da FIFA para jogos de Copa do Mundo, mas sem os excessos demandados para o Jogo de Abertura. Apresentou ainda, um Plano de Viabilidade Financeira, que estava sim, ao contrário do que se pretendeu alegar, suportado por sólidas garantias prestadas por empresas do porte da Construtora Camargo Correa, da VISA, do Banco Rendimento e da Phillips.

O Projeto, o Plano de Viabilidade e as garantias foram protocoladas junto ao Comitê Paulista em 14 de junho de 2010, ou seja, absolutamente dentro do prazo de 30 dias concedido pela FIFA/LOC na carta recebida pelo São Paulo em 14 de maio de 2010.

O Comitê Paulista ratificou a iniciativa do São Paulo em apresentar esse novo Projeto, conforme decisão tomada em reunião realizada em 8 de junho no Palácio dos Bandeirantes e comunicada pelo Comitê em nota oficial publicada na mesma data. Da mesma forma, o Comitê Paulista aceitou o Projeto, o Plano de Viabilidade e as garantias apresentadas pelo São Paulo, ao remeter tais documentos à FIFA/LOC, por meio de Ofício no mesmo dia 14 de junho de 2010.

Até por isso, chama a atenção o procedimento adotado pelo LOC ao responder à comunicação oficial remetida pelo Governo e pela Prefeitura de São Paulo. O LOC recebeu um Ofício remetido por um Governo Estadual e por uma Prefeitura e sequer se dignou a responder por meio de um ofício formal. Ao contrário, limitou-se a manifestar sua decisão por meio de uma nota lacônica no site da CBF. Uma nota claramente desrespeitosa, na medida em que ousa afirmar que o Projeto enviado pela Cidade de São Paulo para a reforma do Estádio indicado pela Cidade de São Paulo sequer 'será examinado'.

A realização da Copa do Mundo tem inegáveis e indiscutíveis benefícios. Mas tais benefícios não justificam a subversão institucional dos poderes do Estado legitimados pela expressão da vontade popular.

O São Paulo se tranqüiliza ao constatar as seguidas manifestações do Governo do Estado e da Prefeitura no sentido de que não realizarão investimentos públicos para a construção de novas arenas, até porque entende que tal manifestação significa que também não haverá investimentos públicos para prover infraestrutura para estádios privados geridos com a finalidade de servir como fonte de lucro para 'empreendedores' interessados em utilizar a oportunidade da Copa do Mundo como fonte para 'novos bons negócios'.

Por tudo quanto já mencionado, o São Paulo reforça sua confiança de que o Estádio do Morumbi é, e sempre foi, a melhor opção para a realização da Copa do Mundo na Cidade de São Paulo.
O São Paulo voltará a se manifestar sobre o assunto se e quando necessário.

JUVENAL JUVÊNCIO

PRESIDENTE

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